Consolidação da categoria, que entra em seu terceiro ano, atrai lendas das outras divisões para a disputa do título desta edição.

Até a temporada de 2017, os UTVs participavam do Dakar competindo entre os carros – o que os faziam ficar longe da briga pela vitória contra as potentes equipes de fábrica como Volkswagen e Peugeot. Porém, com o espaço próprio na competição, os simpáticos buggies vêm crescendo vertiginosamente dentro do cenário: para a edição deste ano, que acontece entre os dias 7 e 17 de janeiro no Peru, o grid terá três vezes mais inscritos em relação ao de 2018.

E isso representa mais ameaças aos brasileiros, que venceram nos dois últimos anos com Leandro Torres/Lourival Roldan e Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin – que corre em busca do inédito bicampeonato. E muitas dessas ameaças têm sobrenomes fortes no Dakar.

Um deles é o de Ignacio Casale, bicampeão dos quadriciclos em 2014 e 2018, que terá a companhia de Sergey Karyakin, campeão de 2017. Oriundos das motos, Gerrard Farrés e Francisco “Chaleco” Lopez, que já terminaram entre os três melhores no maior rali do mundo, também compõem a lista dos que migraram para as UTVs.

Já entre os grandes nomes das UTVs, o norte-americano Casey Currie, os franceses Éric Abel e Ronald Basso (que retorna após uma temporada nos carros) são apontados como grandes candidatos a brigarem pelo título junto do esquadrão brasileiro.

Além de Varela e Gugelmin, o Brasil também contará no Dakar com Bruno Varela/Maykel Justo, Cristian Baumgart/Beco Andreotti, Marcos Baumgart/Kleber Cincea e Lourival Roldan nos UTVs, além de Marcos Colvero e Lincoln Berrocal nas motos.